O remédio está fazendo o trabalho dele. A Quilha cuida do resto de você enquanto isso.
Protocolo para quem já está no meio do tratamento.
Você não chegou aqui procurando emagrecer. Você chegou porque está dando certo, e porque no meio do caminho apareceu uma coisa que ninguém tinha te avisado.
Ninguém combinou quem fica responsável pelo resto do corpo enquanto o tratamento acontece. Ninguém ficou com essa parte. A Quilha fica.
O que muita gente relata entre a semana 6 e a semana 12
É quando o corpo já mudou o suficiente pra você perceber o que está indo embora junto.
Isso é o que muita gente relata depois que o prato encolheu. O seu prato encolheu antes de qualquer um te explicar o que isso significa.
Você não fez nada errado. E nada disso é motivo pra mexer no seu tratamento: ele está funcionando e ele é do seu médico.
- O cabelo no ralo do banho.
- A força que sumiu no meio da série.
- O rosto que mudou de um jeito que não parece saúde.
Isso aqui não é para você emagrecer
Você já está emagrecendo.
A Quilha não promete resultado nenhum e não substitui o que o seu médico prescreveu. Quem diz o que pode andar junto com a sua caneta é ele, e é por isso que o que você toma vai por escrito pra consulta.
O resultado é seu e do tratamento que você escolheu fazer. O que a gente faz é ficar com o resto do corpo enquanto isso acontece.
O começo tem dono. O fim tem dono. O meio não tem.
E o meio dura seis, oito, doze meses.
O mercado fala do começo e fala do fim. O meio ninguém acompanha.
Seu retorno está marcado daqui a três meses. Nesse intervalo você está com uma caneta na geladeira e nenhuma instrução sobre o resto do corpo. Ninguém ficou responsável por esse pedaço, e a solidão dos últimos meses não foi descuido seu. A Quilha só existe nele.
- A farmácia que vende a caneta, entrega na porta e some.
- O criador que mostra o começo e o fim e pula todo o meio.
- O pote de prateleira calculado pra quem come 2.000 kcal por dia, vendido pra quem come 900.
O pote não é ruim. A conta dele é de outra pessoa.
O pote da prateleira foi calculado para quem come perto de 2.000 kcal por dia. Você não come mais isso. No dia em que o seu prato encolheu, a conta que sustentava aquele pote passou a ser a conta de outra pessoa.
Você continua comprando, continua tomando e continua achando estranho. A conta de quem come 900 e a conta de quem come 2.000 não são a mesma conta, e a prateleira tem uma só.
Quem manipula pode começar a conta de outro lugar
O protocolo, em dois passos.
O pote que você acha na prateleira foi feito pra um prato que não é mais o seu. A Quilha começa a conta do outro lado: do prato que você tem hoje. Ela nasce dentro de uma farmácia de manipulação, e é isso que permite partir da premissa de um corpo que está comendo metade.
Não é questão de caprichar mais no pote. É que quem manipula consegue começar a conta pelo prato que você tem hoje, e a prateleira não.
- Passo 1. A conta começa pelo prato que você tem hoje, e não pelo prato médio de quem come 2.000 kcal por dia.
- Passo 2. Manipulação no lugar de prateleira, que é o que torna o passo 1 possível.
Uma coisa só, sem esquema pra você montar
O protocolo da Quilha.
Você já come muito menos do que comia, e a força já não é a mesma. A última coisa que cabe na sua semana é montar um esquema por conta própria e ficar administrando isso.
A Quilha resolve a parte complicada do lado dela. O que sobra pra você é lembrar de uma coisa só.
- Sem etapa nenhuma pra montar, no ritmo do tratamento.
- A Quilha é do meio do tratamento e acompanha ele enquanto durar.
- Você chega na consulta com o que está tomando por escrito.
- Tem gente do outro lado pra falar com você.
Leva no seu retorno e mostra pro seu médico
A Quilha não prescreve e não substitui a sua consulta. Ela ocupa o intervalo entre uma consulta e outra, e faz questão de que o seu médico saiba disso.
Por isso você chega na consulta com o que está tomando por escrito, na mão. Se ele disser não, é não. Marca que pede pra você esconder alguma coisa do seu médico está errada.
Quem manda no tratamento é o seu médico. A gente cuida do intervalo.
O que passa pela sua cabeça agora, respondido de frente
"Isso vai atrapalhar o efeito do remédio? Está funcionando, não quero mexer." A Quilha não promete resultado nenhum e não substitui o que o seu médico prescreveu. Quem diz o que pode andar junto com a sua caneta é ele, e é por isso que o que você toma vai por escrito pra consulta.
"Já pago caro pela caneta. Não dá pra colocar mais uma coisa no orçamento." É honesto dizer: sim, é mais uma linha num tratamento que já é caro. O que a Quilha faz por você é não te vender uma pilha de coisas e não te vender de novo o que você já comprou. Um protocolo, um item, uma decisão.
"Como eu sei que isso não é só mais um pote com rótulo novo?" Quase tudo que te aparece promete peso e fala com quem está começando. A Quilha só fala com quem já está no meio.
Como isso chega até você
Você chega na consulta com o que está tomando por escrito.
Prazo de resultado a Quilha não promete, e quem promete está inventando.
A Quilha é do meio do tratamento. Terminou o tratamento, acabou o motivo dela existir.
Quem move o barco é você. A quilha é o que dá firmeza embaixo.
Quilha é a peça que corre por baixo do casco. Ela não move o barco, a vela move. Ela é o que mantém o barco firme no meio do caminho.
O mérito do que está acontecendo com você é seu e do tratamento que você escolheu fazer. A Quilha fica embaixo, firme, enquanto isso acontece.
Você já começou a parte difícil. Agora só não faz o resto sozinho. Leva no seu próximo retorno e mostra pro seu médico.
Protótipo · fluxo de compra entra na próxima etapa
Perguntas
Como a Quilha chega até mim?
Ela é manipulada e enviada pra sua casa. Prazo de resultado a Quilha não promete, e quem promete está inventando.
O que muda por ser feito em farmácia de manipulação?
Muda o ponto de partida da conta. O pote que você acha na prateleira foi feito pra um prato que não é mais o seu. A Quilha começa a conta do outro lado: do prato que você tem hoje. Uma farmácia de manipulação pode partir da premissa de um corpo que está comendo metade do que comia. O que muda é o tipo de fornecedor: quem manipula consegue fazer essa conta.
Como eu escolho o que pedir?
Você não escolhe. Não tem catálogo pra montar nem versão pra comparar. A Quilha tem um protocolo, pensado pro meio do tratamento, e é ele. Se você quiser conversar antes de decidir, tem gente do outro lado pra falar com você.
Eu enjoo de tudo. E se não descer?
Se é assim com você, a Quilha foi feita pra ocupar o mínimo possível do seu dia. Por isso é uma coisa só, sem esquema com várias etapas. Se não estiver descendo, fala com o atendimento antes de desistir. E se mesmo assim não der certo pra você, a gente prefere que você pare a que force.
Vou ter que tomar isso pra sempre?
Não. A Quilha é do meio do tratamento. Ela faz sentido enquanto ele durar e enquanto o seu prato estiver desse tamanho. Terminou, acabou o motivo da Quilha existir na sua vida.